{"id":9360,"date":"2026-01-20T05:54:00","date_gmt":"2026-01-20T05:54:00","guid":{"rendered":"https:\/\/blogindicaparnamirim.com.br\/?p=9360"},"modified":"2026-01-20T13:57:24","modified_gmt":"2026-01-20T13:57:24","slug":"procon-intensifica-fiscalizacao-contra-precos-abusivos-nas-praias-de-natal","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/blogindicaparnamirim.com.br\/?p=9360","title":{"rendered":"Procon intensifica fiscaliza\u00e7\u00e3o contra pre\u00e7os abusivos nas praias de Natal"},"content":{"rendered":"\n<figure class=\"wp-block-image\"><a href=\"https:\/\/tribunadonorte.com.br\/wp-content\/uploads\/2026\/01\/20260120_9NT2_FT_MAGNUS-NASCIMENTO.jpg\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/tribunadonorte.com.br\/wp-content\/uploads\/2026\/01\/20260120_9NT2_FT_MAGNUS-NASCIMENTO-1068x712.jpg\" alt=\"praia ponta negra morro do careca\" title=\"20260120_9NT2_FT_MAGNUS NASCIMENTO\"\/><\/a><figcaption class=\"wp-element-caption\">Tamb\u00e9m foram identificadas a proibi\u00e7\u00e3o de comprar de outros ambulantes e o impedimento de uso de cadeira pr\u00f3pria | Foto: Magnus Nascimento<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A diretora-geral do Procon Natal, Dina P\u00e9rez, afirma que o \u00f3rg\u00e3o tem intensificado as fiscaliza\u00e7\u00f5es na orla de Natal, especialmente na praia de Ponta Negra. Segundo ela, os problemas identificados de forma mais recorrente em todas as praias s\u00e3o aus\u00eancia de tabela de pre\u00e7os vis\u00edvel para o consumidor, cobran\u00e7a de itens sem informa\u00e7\u00e3o pr\u00e9via, venda casada de alimentos e bebidas, inclus\u00e3o de taxas extras sem justificativa e diferen\u00e7a entre o pre\u00e7o anunciado e o cobrado.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Segundo ela, tamb\u00e9m foram identificadas pr\u00e1ticas como proibi\u00e7\u00e3o de comprar de outros ambulantes ou impedimento de uso de cadeira\/guarda-sol pr\u00f3prios sem clara informa\u00e7\u00e3o de custo. \u201cDen\u00fancias recentes de banhistas tamb\u00e9m relataram casos na praia de Ponta Negra em que consumidores foram surpreendidos com valores elevados para uso de barracas e consumo de bebidas, embora o Procon enfatize que n\u00e3o tabela pre\u00e7os, mas exige transpar\u00eancia e clareza na cobran\u00e7a\u201d, informou P\u00e9rez, ao alertar sobre as penalidades \u00e0s quais est\u00e3o submetidos os comerciantes que cometem abusos.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">\u201cAs penalidades aplic\u00e1veis a comerciantes \u2014 conforme previsto no C\u00f3digo de Defesa do Consumidor \u2014 incluem notifica\u00e7\u00f5es e autua\u00e7\u00f5es administrativas, multas e, em casos de irregularidade persistente, outras medidas previstas na legisla\u00e7\u00e3o de defesa do consumidor\u201d, alertou a diretora-geral do Procon Natal.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Na areia<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Os pre\u00e7os abusivos cobrados em praias do litoral brasileiro geraram recentemente eventos extremos como a agress\u00e3o a um casal de turistas em Porto de Galinhas, em Pernambuco. A confus\u00e3o foi intensificada porque os dois teriam se recusado a pagar um valor al\u00e9m do combinado com um comerciante local. Em Ponta Negra, a TRIBUNA DO NORTE apurou que os pre\u00e7os de pratos e petiscos nas areias da praia variam a partir de R$ 90, podendo ultrapassar os R$ 200, um valor salgado, mas considerado razo\u00e1vel por banhistas ouvidos pela reportagem, se comparado a outras regi\u00f5es do pa\u00eds.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O sul-mato-grossense Jo\u00e3o Victor, de 28 anos, \u00e9 piloto de avi\u00e3o. Ele pegou dois dias de pausa na rotina de trabalho e decidiu ir, nesta segunda-feira (19), \u00e0 Ponta Negra para aproveitar um pouco o dia ensolarado na capital potiguar. Jo\u00e3o considerou o pre\u00e7o das refei\u00e7\u00f5es \u2013 que levam uma prote\u00edna, geralmente peixe, mais acompanhamentos \u2013 dentro da m\u00e9dia do que ele costuma encontrar em outras regi\u00f5es do Brasil. Para ele, o diferencial de Natal \u00e9 o modo como os valores s\u00e3o repassados aos clientes, de forma clara.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">\u201cDei uma olhada em um card\u00e1pio e as refei\u00e7\u00f5es est\u00e3o na faixa dos R$ 150 a R$ 200 para at\u00e9 cinco pessoas. Eu estou sozinho, ent\u00e3o, n\u00e3o compensa muito pedir algo do tipo. Para cinco pessoas, acho um pre\u00e7o justo. Um ponto que me chamou aten\u00e7\u00e3o foi que, logo ap\u00f3s minha chegada, uma pessoa veio at\u00e9 mim e explicou exatamente como tudo funciona, com bastante transpar\u00eancia\u201d, descreveu o piloto. Ele tamb\u00e9m considerou justo o pre\u00e7o cobrado pelo uso de guarda-sol, mesas e cadeiras. \u201cN\u00e3o achei pesada a cobran\u00e7a de R$ 30\u201d, falou.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A empres\u00e1ria Divaneide Nascimento mora em Portugal, mas est\u00e1 de passagem por Natal com amigos. Natural daqui, ela analisa que os pre\u00e7os locais n\u00e3o s\u00e3o altos. \u201cVi que os valores variam muito de quiosque para quiosque. O mist\u00e3o, que leva peixe, camar\u00e3o e lagosta com acompanhamentos, est\u00e1 custando R$ 280. Considero dentro da m\u00e9dia, afinal, \u00e9 um prato que leva lagosta. O pre\u00e7o da barraca tamb\u00e9m est\u00e1 bom. Estou pagando R$ 40. Acredito que \u00e9 justo porque os comerciantes t\u00eam um custo para estar aqui, que envolve trazer e manter o material na praia\u201d, falou a empres\u00e1ria.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">J\u00e1 o casal paulistano Graziele Oliveira e Leandro Bispo chegou no domingo \u00e0 capital potiguar para passar uma semana. \u201cQuando chegamos, nos foi oferecido um prato que leva arroz, feij\u00e3o, batata frita e iscas de peixe, por R$ 150. No litoral de S\u00e3o Paulo, um prato desses custa R$ 200, em m\u00e9dia. Ent\u00e3o, considero que o pre\u00e7o daqui est\u00e1 bom\u201d, frisa Graziele, que \u00e9 analista de suporte acad\u00eamico.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">J\u00e1 Leandro citou a cobran\u00e7a pelo uso de guarda-sol, ao mesmo tempo em que fez um comparativo com Arraial do Cabo (RJ), onde ele e a esposa estiveram recentemente, para avaliar que considera os valores de Natal mais acess\u00edveis. \u201cAqui, se n\u00f3s consumirmos, n\u00e3o iremos pagar pelo guarda-sol. Em Arraial [o guarda-sol] custava R$ 100 e ainda era preciso consumir\u201d, disse o analista de sistema.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Jeov\u00e1 J\u00fanior, que trabalha na praia h\u00e1 20 anos, conta que a principal preocupa\u00e7\u00e3o \u00e9 em explicar todas as regras de consumo e pre\u00e7os aos clientes j\u00e1 na primeira abordagem. Segundo ele, os valores de pratos que levam isca de peixe variam de R$ 130 a R$ 150, sem cobran\u00e7a pelo uso de guarda-sol, cadeiras e barracas em caso de consumo. Do contr\u00e1rio, \u00e9 cobrado um valor de R$ 30.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">\u201cQuando o cliente chega, j\u00e1 explico tudo direitinho e o pessoal sai satisfeito. O combinado n\u00e3o sai caro. Acho que essa \u00e9 uma li\u00e7\u00e3o importante que a gente deve aprender com o que aconteceu em Porto de Galinhas\u201d, afirmou J\u00fanior.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Restaurantes<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Al\u00e9m de conferir como est\u00e3o os pre\u00e7os dos itens disponibilizados na areia da praia, a reportagem foi at\u00e9 restaurantes da orla de Ponta Negra para observar os valores cobrados por alimentos semelhantes \u00e0queles vendidos nas barracas. Em um deles, a isca de peixe para duas pessoas custava R$ 55 (ou R$ 27,50 por pessoa), um valor ligeiramente abaixo do ofertado pelas barracas, que ficou na casa dos R$ 30 por pessoa.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Em outro restaurante da orla, o contra fil\u00e9 com fritas e arroz para duas pessoas era vendido a R$ 90 (R$ 45 por pessoa), neste caso, acima do que \u00e9 oferecido nas barracas. No mesmo estabelecimento, pratos com carne variavam entre R$ 110 (carne de sol tradicional) e R$ 130 (picanha na chapa), com por\u00e7\u00e3o para duas pessoas. O peixe frito, tamb\u00e9m para duas pessoas, custava R$ 80. Outro restaurante servia peixe grelhado com arroz, salada e batata frita \u00e0 la carte a R$ 89,90, com por\u00e7\u00e3o para duas pessoas.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">TRIBUNA DO NORTE<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A diretora-geral do Procon Natal, Dina P\u00e9rez, afirma que o \u00f3rg\u00e3o tem intensificado as fiscaliza\u00e7\u00f5es na orla de Natal, especialmente na praia de Ponta Negra. Segundo ela, os problemas identificados de forma mais recorrente em todas as praias s\u00e3o aus\u00eancia de tabela de pre\u00e7os vis\u00edvel para o consumidor, cobran\u00e7a de itens sem informa\u00e7\u00e3o pr\u00e9via, venda casada de alimentos e bebidas, inclus\u00e3o de taxas extras sem justificativa e diferen\u00e7a entre o pre\u00e7o anunciado e o cobrado. Segundo ela, tamb\u00e9m foram identificadas pr\u00e1ticas como proibi\u00e7\u00e3o de comprar de outros ambulantes ou impedimento de uso de cadeira\/guarda-sol pr\u00f3prios sem clara informa\u00e7\u00e3o de custo. \u201cDen\u00fancias recentes de banhistas tamb\u00e9m relataram casos na praia de Ponta Negra em que consumidores foram surpreendidos com valores elevados para uso de barracas e consumo de bebidas, embora o Procon enfatize que n\u00e3o tabela pre\u00e7os, mas exige transpar\u00eancia e clareza na cobran\u00e7a\u201d, informou P\u00e9rez, ao alertar sobre as penalidades \u00e0s quais est\u00e3o submetidos os comerciantes que cometem abusos. \u201cAs penalidades aplic\u00e1veis a comerciantes \u2014 conforme previsto no C\u00f3digo de Defesa do Consumidor \u2014 incluem notifica\u00e7\u00f5es e autua\u00e7\u00f5es administrativas, multas e, em casos de irregularidade persistente, outras medidas previstas na legisla\u00e7\u00e3o de defesa do consumidor\u201d, alertou a diretora-geral do Procon Natal. Na areia Os pre\u00e7os abusivos cobrados em praias do litoral brasileiro geraram recentemente eventos extremos como a agress\u00e3o a um casal de turistas em Porto de Galinhas, em Pernambuco. A confus\u00e3o foi intensificada porque os dois teriam se recusado a pagar um valor al\u00e9m do combinado com um comerciante local. Em Ponta Negra, a TRIBUNA DO NORTE apurou que os pre\u00e7os de pratos e petiscos nas areias da praia variam a partir de R$ 90, podendo ultrapassar os R$ 200, um valor salgado, mas considerado razo\u00e1vel por banhistas ouvidos pela reportagem, se comparado a outras regi\u00f5es do pa\u00eds. O sul-mato-grossense Jo\u00e3o Victor, de 28 anos, \u00e9 piloto de avi\u00e3o. Ele pegou dois dias de pausa na rotina de trabalho e decidiu ir, nesta segunda-feira (19), \u00e0 Ponta Negra para aproveitar um pouco o dia ensolarado na capital potiguar. Jo\u00e3o considerou o pre\u00e7o das refei\u00e7\u00f5es \u2013 que levam uma prote\u00edna, geralmente peixe, mais acompanhamentos \u2013 dentro da m\u00e9dia do que ele costuma encontrar em outras regi\u00f5es do Brasil. Para ele, o diferencial de Natal \u00e9 o modo como os valores s\u00e3o repassados aos clientes, de forma clara. \u201cDei uma olhada em um card\u00e1pio e as refei\u00e7\u00f5es est\u00e3o na faixa dos R$ 150 a R$ 200 para at\u00e9 cinco pessoas. Eu estou sozinho, ent\u00e3o, n\u00e3o compensa muito pedir algo do tipo. Para cinco pessoas, acho um pre\u00e7o justo. Um ponto que me chamou aten\u00e7\u00e3o foi que, logo ap\u00f3s minha chegada, uma pessoa veio at\u00e9 mim e explicou exatamente como tudo funciona, com bastante transpar\u00eancia\u201d, descreveu o piloto. Ele tamb\u00e9m considerou justo o pre\u00e7o cobrado pelo uso de guarda-sol, mesas e cadeiras. \u201cN\u00e3o achei pesada a cobran\u00e7a de R$ 30\u201d, falou. A empres\u00e1ria Divaneide Nascimento mora em Portugal, mas est\u00e1 de passagem por Natal com amigos. Natural daqui, ela analisa que os pre\u00e7os locais n\u00e3o s\u00e3o altos. \u201cVi que os valores variam muito de quiosque para quiosque. O mist\u00e3o, que leva peixe, camar\u00e3o e lagosta com acompanhamentos, est\u00e1 custando R$ 280. Considero dentro da m\u00e9dia, afinal, \u00e9 um prato que leva lagosta. O pre\u00e7o da barraca tamb\u00e9m est\u00e1 bom. Estou pagando R$ 40. Acredito que \u00e9 justo porque os comerciantes t\u00eam um custo para estar aqui, que envolve trazer e manter o material na praia\u201d, falou a empres\u00e1ria. J\u00e1 o casal paulistano Graziele Oliveira e Leandro Bispo chegou no domingo \u00e0 capital potiguar para passar uma semana. \u201cQuando chegamos, nos foi oferecido um prato que leva arroz, feij\u00e3o, batata frita e iscas de peixe, por R$ 150. No litoral de S\u00e3o Paulo, um prato desses custa R$ 200, em m\u00e9dia. Ent\u00e3o, considero que o pre\u00e7o daqui est\u00e1 bom\u201d, frisa Graziele, que \u00e9 analista de suporte acad\u00eamico. J\u00e1 Leandro citou a cobran\u00e7a pelo uso de guarda-sol, ao mesmo tempo em que fez um comparativo com Arraial do Cabo (RJ), onde ele e a esposa estiveram recentemente, para avaliar que considera os valores de Natal mais acess\u00edveis. \u201cAqui, se n\u00f3s consumirmos, n\u00e3o iremos pagar pelo guarda-sol. Em Arraial [o guarda-sol] custava R$ 100 e ainda era preciso consumir\u201d, disse o analista de sistema. Jeov\u00e1 J\u00fanior, que trabalha na praia h\u00e1 20 anos, conta que a principal preocupa\u00e7\u00e3o \u00e9 em explicar todas as regras de consumo e pre\u00e7os aos clientes j\u00e1 na primeira abordagem. Segundo ele, os valores de pratos que levam isca de peixe variam de R$ 130 a R$ 150, sem cobran\u00e7a pelo uso de guarda-sol, cadeiras e barracas em caso de consumo. Do contr\u00e1rio, \u00e9 cobrado um valor de R$ 30. \u201cQuando o cliente chega, j\u00e1 explico tudo direitinho e o pessoal sai satisfeito. O combinado n\u00e3o sai caro. Acho que essa \u00e9 uma li\u00e7\u00e3o importante que a gente deve aprender com o que aconteceu em Porto de Galinhas\u201d, afirmou J\u00fanior. Restaurantes Al\u00e9m de conferir como est\u00e3o os pre\u00e7os dos itens disponibilizados na areia da praia, a reportagem foi at\u00e9 restaurantes da orla de Ponta Negra para observar os valores cobrados por alimentos semelhantes \u00e0queles vendidos nas barracas. Em um deles, a isca de peixe para duas pessoas custava R$ 55 (ou R$ 27,50 por pessoa), um valor ligeiramente abaixo do ofertado pelas barracas, que ficou na casa dos R$ 30 por pessoa. Em outro restaurante da orla, o contra fil\u00e9 com fritas e arroz para duas pessoas era vendido a R$ 90 (R$ 45 por pessoa), neste caso, acima do que \u00e9 oferecido nas barracas. No mesmo estabelecimento, pratos com carne variavam entre R$ 110 (carne de sol tradicional) e R$ 130 (picanha na chapa), com por\u00e7\u00e3o para duas pessoas. O peixe frito, tamb\u00e9m para duas pessoas, custava R$ 80. Outro restaurante servia peixe grelhado com arroz, salada e batata frita \u00e0 la carte a R$ 89,90, com por\u00e7\u00e3o para duas pessoas. 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