{"id":2703,"date":"2025-02-08T23:01:25","date_gmt":"2025-02-08T23:01:25","guid":{"rendered":"https:\/\/blogindicaparnamirim.com.br\/?p=2703"},"modified":"2025-02-08T23:01:27","modified_gmt":"2025-02-08T23:01:27","slug":"rn-registra-queda-de-215-nas-mortes-violentas-em-2024-aponta-levantamento","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/blogindicaparnamirim.com.br\/?p=2703","title":{"rendered":"RN registra queda de 21,5% nas mortes violentas em 2024, aponta levantamento"},"content":{"rendered":"\n<figure class=\"wp-block-image\"><a href=\"https:\/\/tribunadonorte.com.br\/wp-content\/uploads\/2025\/02\/morte.jpg\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/tribunadonorte.com.br\/wp-content\/uploads\/2025\/02\/morte.jpg\" alt=\"\" title=\"morte\"\/><\/a><figcaption class=\"wp-element-caption\">Mortes violentes tiveram queda no RN &#8211; Foto: Fernando Fraz\u00e3o\/Arquivo Ag\u00eancia Brasil<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O Rio Grande do Norte registrou 746 assassinatos ao longo de 2024. O n\u00famero representa uma redu\u00e7\u00e3o de 21,5% em rela\u00e7\u00e3o ao ano de 2023, quando o total foi de 951 casos. Al\u00e9m disso, a taxa de incid\u00eancia de mortes violentas diminuiu em seis pontos, alcan\u00e7ando a marca de 21,65 casos para cada 100 mil habitantes. Os dados s\u00e3o do Sistema Nacional de Informa\u00e7\u00f5es de Seguran\u00e7a P\u00fablica (Sinesp), do Minist\u00e9rio da Justi\u00e7a, que foi atualizado na \u00faltima quinta-feira (6).<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Os registros de assassinatos contemplam casos de homic\u00eddios dolosos, feminic\u00eddios, latroc\u00ednios e les\u00f5es corporais seguidas de morte. Em todo o pa\u00eds, segundo as informa\u00e7\u00f5es do Sinesp, ao menos 38.722 pessoas tiveram a vida abruptamente interrompida em 2024 devido \u00e0 viol\u00eancia urbana. O n\u00famero representa uma m\u00e9dia de 106 mortes por dia no pa\u00eds.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Embora alarmante, o total de assassinatos registrados no ano passado representa uma redu\u00e7\u00e3o de 5% em rela\u00e7\u00e3o \u00e0s 40.768 ocorr\u00eancias de 2023 registradas no pa\u00eds. Al\u00e9m disso, \u00e9 o menor n\u00famero registrado desde 2015 \u2013 mantendo a gradual diminui\u00e7\u00e3o do n\u00famero de mortes violentas intencionais iniciada em 2021. Entre 2015 e 2024, ao menos 470.760 pessoas foram assassinadas no pa\u00eds.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Em n\u00fameros absolutos, os estados onde mais foram registrados assassinatos em 2024 s\u00e3o Bahia (4.480); Rio de Janeiro (3.504); Pernambuco (3.381); Cear\u00e1 (3.272); Minas Gerais (3.042); S\u00e3o Paulo (2.937), Par\u00e1 (2.570) e Maranh\u00e3o (2.053). Roraima e Acre registraram, respectivamente, 119 e 168 assassinatos, sendo as unidades federativas com os menores n\u00fameros de v\u00edtimas de crimes violentos contra a vida.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Incid\u00eancia<br><\/strong>Nacionalmente, o n\u00famero de pessoas assassinadas a cada grupo de 100 mil habitantes baixou de 19,26, em 2023, para 18,21, em 2024. Em 2017, ano em que os \u00f3rg\u00e3os p\u00fablicos oficiais reportaram o maior n\u00famero de assassinatos (60.374) dos \u00faltimos dez anos, esta mesma taxa foi de 29,42.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Ainda em termos proporcionais, a taxa de assassinatos caiu em quase todas as unidades federativas, com destaque para Tocantins, onde ela baixou 10,1 pontos (de 25,4 v\u00edtimas por 100 mil habitantes, em 2023, para 15,3, em 2024); Roraima (-7 pontos, chegando a 16,60); Rio Grande do Norte (-6 pontos, alcan\u00e7ando a marca de 21,65); Sergipe (-4,70) e Rio de Janeiro, onde este mesmo \u00edndice baixou de 21,96 para 20,35 (-1,61), o que, em termos absolutos, significa que 177 vidas foram poupadas no estado, com o total de v\u00edtimas fluminenses diminuindo 3.781 para 3.504 v\u00edtimas.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Na contram\u00e3o destes estados, Cear\u00e1 (+3,15); Maranh\u00e3o (+3)) e Minas Gerais (+0,6) registraram pequenos aumentos do n\u00famero de ocorr\u00eancias relativas a cada grupo de 100 mil habitantes.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Para o secret\u00e1rio Nacional de Seguran\u00e7a P\u00fablica, Mario Sarrubbo, ainda que os \u00edndices estejam aqu\u00e9m do ideal, j\u00e1 \u00e9 observada uma tend\u00eancia consistente de redu\u00e7\u00e3o da criminalidade.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">\u201cNo indicador de mortes violentas, os dados demonstram que as medidas adotadas pelo governo federal, como o fortalecimento de a\u00e7\u00f5es preventivas e a integra\u00e7\u00e3o entre Uni\u00e3o, estados e munic\u00edpios, t\u00eam surtido efeito. Com o avan\u00e7o do uso de tecnologias, aprimoramento da gest\u00e3o e investimentos em intelig\u00eancia e recursos, projetamos um impacto ainda mais significativo na redu\u00e7\u00e3o desses n\u00fameros, consolidando uma pol\u00edtica de seguran\u00e7a mais eficiente.\u201d<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Viol\u00eancia policial<br><\/strong>Os dados relativos a assassinatos no pa\u00eds n\u00e3o incluem as 15.288 mortes sem ind\u00edcios de crime, mas cujas causas ainda n\u00e3o foram esclarecidas. Nem as 39.846 tentativas de homic\u00eddios e os 6.121 \u00f3bitos decorrentes da a\u00e7\u00e3o policial registrados no ano passado.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A Bahia registrou o maior n\u00famero de mortes por interven\u00e7\u00e3o policial ao longo do ano passado: 1.557. Em seguida, vem S\u00e3o Paulo (814); Rio de Janeiro (699); Par\u00e1 (593) e Goi\u00e1s (387).<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">As 6.121 mortes decorrentes da interven\u00e7\u00e3o policial representaram, nacionalmente, uma redu\u00e7\u00e3o de 4,2% em compara\u00e7\u00e3o com as 6.391 ocorr\u00eancias registradas em 2023, mantendo a tend\u00eancia de queda iniciada em 2021 \u2013 ap\u00f3s ter aumentado ano ap\u00f3s ano, entre 2015 e 2020.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><em>*Com informa\u00e7\u00f5es da Ag\u00eancia Brasil<\/em><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O Rio Grande do Norte registrou 746 assassinatos ao longo de 2024. O n\u00famero representa uma redu\u00e7\u00e3o de 21,5% em rela\u00e7\u00e3o ao ano de 2023, quando o total foi de 951 casos. Al\u00e9m disso, a taxa de incid\u00eancia de mortes violentas diminuiu em seis pontos, alcan\u00e7ando a marca de 21,65 casos para cada 100 mil habitantes. Os dados s\u00e3o do Sistema Nacional de Informa\u00e7\u00f5es de Seguran\u00e7a P\u00fablica (Sinesp), do Minist\u00e9rio da Justi\u00e7a, que foi atualizado na \u00faltima quinta-feira (6). Os registros de assassinatos contemplam casos de homic\u00eddios dolosos, feminic\u00eddios, latroc\u00ednios e les\u00f5es corporais seguidas de morte. Em todo o pa\u00eds, segundo as informa\u00e7\u00f5es do Sinesp, ao menos 38.722 pessoas tiveram a vida abruptamente interrompida em 2024 devido \u00e0 viol\u00eancia urbana. O n\u00famero representa uma m\u00e9dia de 106 mortes por dia no pa\u00eds. Embora alarmante, o total de assassinatos registrados no ano passado representa uma redu\u00e7\u00e3o de 5% em rela\u00e7\u00e3o \u00e0s 40.768 ocorr\u00eancias de 2023 registradas no pa\u00eds. Al\u00e9m disso, \u00e9 o menor n\u00famero registrado desde 2015 \u2013 mantendo a gradual diminui\u00e7\u00e3o do n\u00famero de mortes violentas intencionais iniciada em 2021. Entre 2015 e 2024, ao menos 470.760 pessoas foram assassinadas no pa\u00eds. Em n\u00fameros absolutos, os estados onde mais foram registrados assassinatos em 2024 s\u00e3o Bahia (4.480); Rio de Janeiro (3.504); Pernambuco (3.381); Cear\u00e1 (3.272); Minas Gerais (3.042); S\u00e3o Paulo (2.937), Par\u00e1 (2.570) e Maranh\u00e3o (2.053). Roraima e Acre registraram, respectivamente, 119 e 168 assassinatos, sendo as unidades federativas com os menores n\u00fameros de v\u00edtimas de crimes violentos contra a vida. Incid\u00eanciaNacionalmente, o n\u00famero de pessoas assassinadas a cada grupo de 100 mil habitantes baixou de 19,26, em 2023, para 18,21, em 2024. Em 2017, ano em que os \u00f3rg\u00e3os p\u00fablicos oficiais reportaram o maior n\u00famero de assassinatos (60.374) dos \u00faltimos dez anos, esta mesma taxa foi de 29,42. Ainda em termos proporcionais, a taxa de assassinatos caiu em quase todas as unidades federativas, com destaque para Tocantins, onde ela baixou 10,1 pontos (de 25,4 v\u00edtimas por 100 mil habitantes, em 2023, para 15,3, em 2024); Roraima (-7 pontos, chegando a 16,60); Rio Grande do Norte (-6 pontos, alcan\u00e7ando a marca de 21,65); Sergipe (-4,70) e Rio de Janeiro, onde este mesmo \u00edndice baixou de 21,96 para 20,35 (-1,61), o que, em termos absolutos, significa que 177 vidas foram poupadas no estado, com o total de v\u00edtimas fluminenses diminuindo 3.781 para 3.504 v\u00edtimas. Na contram\u00e3o destes estados, Cear\u00e1 (+3,15); Maranh\u00e3o (+3)) e Minas Gerais (+0,6) registraram pequenos aumentos do n\u00famero de ocorr\u00eancias relativas a cada grupo de 100 mil habitantes. Para o secret\u00e1rio Nacional de Seguran\u00e7a P\u00fablica, Mario Sarrubbo, ainda que os \u00edndices estejam aqu\u00e9m do ideal, j\u00e1 \u00e9 observada uma tend\u00eancia consistente de redu\u00e7\u00e3o da criminalidade. \u201cNo indicador de mortes violentas, os dados demonstram que as medidas adotadas pelo governo federal, como o fortalecimento de a\u00e7\u00f5es preventivas e a integra\u00e7\u00e3o entre Uni\u00e3o, estados e munic\u00edpios, t\u00eam surtido efeito. Com o avan\u00e7o do uso de tecnologias, aprimoramento da gest\u00e3o e investimentos em intelig\u00eancia e recursos, projetamos um impacto ainda mais significativo na redu\u00e7\u00e3o desses n\u00fameros, consolidando uma pol\u00edtica de seguran\u00e7a mais eficiente.\u201d Viol\u00eancia policialOs dados relativos a assassinatos no pa\u00eds n\u00e3o incluem as 15.288 mortes sem ind\u00edcios de crime, mas cujas causas ainda n\u00e3o foram esclarecidas. 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