{"id":2668,"date":"2025-02-07T23:20:36","date_gmt":"2025-02-07T23:20:36","guid":{"rendered":"https:\/\/blogindicaparnamirim.com.br\/?p=2668"},"modified":"2025-02-07T23:20:39","modified_gmt":"2025-02-07T23:20:39","slug":"lar-da-vovozinha-lanca-campanha-de-doacoes","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/blogindicaparnamirim.com.br\/?p=2668","title":{"rendered":"Lar da Vovozinha lan\u00e7a campanha de doa\u00e7\u00f5es"},"content":{"rendered":"\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image\"><a href=\"https:\/\/tribunadonorte.com.br\/wp-content\/uploads\/2025\/02\/WhatsApp-Image-2025-02-05-at-21.20.13.jpeg\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/tribunadonorte.com.br\/wp-content\/uploads\/2025\/02\/WhatsApp-Image-2025-02-05-at-21.20.13-1068x733.jpeg\" alt=\"\" title=\"WhatsApp Image 2025-02-05 at 21.20.13\"\/><\/a><figcaption class=\"wp-element-caption\">O Lar da Vovozinha tem dificuldades para manter o funcionamento. Foto: Reprodu\u00e7\u00e3o\/Instagram<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O Lar da Vovozinha, institui\u00e7\u00e3o de longa perman\u00eancia para pessoas idosas em Natal, enfrenta desafios financeiros para manter o funcionamento da unidade. Embora doa\u00e7\u00f5es de alimentos e materiais de higiene sejam satisfat\u00f3rias, o custeio mensal da casa, estimado em R$ 120 mil, ainda n\u00e3o \u00e9 completamente coberto. Para suprir esse d\u00e9ficit, de aproximadamente R$ 30 mil, a entidade lan\u00e7ou uma campanha de arrecada\u00e7\u00e3o de recursos, incentivando doa\u00e7\u00f5es via Pix e transfer\u00eancias banc\u00e1rias, al\u00e9m de buscar apoio de empresas.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Atualmente, o Lar da Vovozinha atende 40 idosas, sendo 15 oriundas de demanda espont\u00e2nea e as demais encaminhadas pela Secretaria Municipal do Trabalho e Assist\u00eancia Social de Natal (Semtas). Os principais custos s\u00e3o relacionados \u00e0 folha de pagamento dos funcion\u00e1rios. \u201cPrecisar\u00edamos ter pelo menos R$ 120 mil mensais para ficarmos tranquilos, mas n\u00e3o conseguimos atingir esse valor. Arrecadamos R$ 90 mil, de forma estimada\u201d, explica a assistente social Paula Rubim.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Para fechar as contas, a institui\u00e7\u00e3o precisa contar com a solidariedade da popula\u00e7\u00e3o. \u201cE a\u00ed como \u00e9 que faz para fechar o m\u00eas? Para fechar os 20% que estava faltando do sal\u00e1rio dos funcion\u00e1rios, teve que recorrer a doa\u00e7\u00f5es, juntou daqui, dali e deu certo. E a gente ainda est\u00e1 com a segunda parte do nosso 13\u00ba sal\u00e1rio em atraso tamb\u00e9m, porque a gente conseguiu ainda receber uma parte, mas a segunda ainda est\u00e1 em atraso\u201d, acrescenta Paula.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Diante desse cen\u00e1rio, o Lar busca sensibilizar o empresariado local para contribuir de forma mais estruturada. \u201cToda empresa hoje em dia tem que ter sua responsabilidade social, geralmente adotam a institui\u00e7\u00e3o, tentam ajudar de alguma forma, ent\u00e3o nosso objetivo hoje seria mais voltado para a gente tentar sensibilizar os empres\u00e1rios para ajudar o Lar da Vovozinha, ajudando de alguma forma mesmo, atrav\u00e9s do valor financeiro\u201d, refor\u00e7a a assistente social.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Ela destaca que a sociedade civil tem sido fundamental para garantir o abastecimento de itens b\u00e1sicos. \u201cGra\u00e7as \u00e0 sociedade civil, aos volunt\u00e1rios, aos amigos, os parceiros, aqui n\u00e3o falta alimenta\u00e7\u00e3o, porque chega muita doa\u00e7\u00e3o de cestas b\u00e1sicas, a gente tem doa\u00e7\u00e3o de material de higiene pessoal, material de limpeza, ent\u00e3o assim, isso a\u00ed n\u00e3o falta, mas o que a gente precisa mesmo \u00e9 recurso financeiro\u201d, afirma.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Apesar das dificuldades, as idosas atendidas demonstram gratid\u00e3o pelo acolhimento oferecido. \u00c9 o caso de Maria das Dores Bezerra, conhecida como Dorinha, de 75 anos. \u201cEu amo aqui, eu gosto daqui, eu gosto de tudo. A gente tem tudo na m\u00e3o. A gente tem a educa\u00e7\u00e3o, a gente tem o rem\u00e9dio, a gente tem tudo. A gente tem a nossa cama de dormir, guarda-roupas, tem tudo que a gente quer. Eu fa\u00e7o o trabalho, eu fa\u00e7o boneca, eu pinto quadro\u201d, conta.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Outra moradora, Iaporina Menezes, de 76 anos, tamb\u00e9m destaca o bem-estar proporcionado pela institui\u00e7\u00e3o. \u201cSou de Nova Cruz, mas moro aqui em Natal h\u00e1 60 anos e estou aqui no Lar da Vovozinha h\u00e1 tr\u00eas anos e quatro meses. Gosto muito daqui, das pessoas, assisto televis\u00e3o, dan\u00e7o, converso com as colegas, \u00e0s vezes n\u00e3o fa\u00e7o nada tamb\u00e9m\u201d, diz.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Para contribuir com a institui\u00e7\u00e3o, os interessados podem fazer doa\u00e7\u00f5es via Pix ou por transfer\u00eancia banc\u00e1ria. Empresas tamb\u00e9m podem entrar em contato com o Lar da Vovozinha para firmar parcerias e apoiar a manuten\u00e7\u00e3o do atendimento prestado \u00e0s idosas.<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li><strong>Formas de ajudar<br>Pix:<br><\/strong>lardavovozinha@gmail.com<\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Transfer\u00eancia banc\u00e1ria:<br><\/strong>Banco do Brasil<br>Ag\u00eancia: 716-1<br>Conta-corrente: 203085-3<br>Associa\u00e7\u00e3o Esp\u00edrita Enviados de Jesus<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Para ser um doador fixo, ligue: (84) 99897-0896<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Fonte: Tribuna do Norte<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O Lar da Vovozinha, institui\u00e7\u00e3o de longa perman\u00eancia para pessoas idosas em Natal, enfrenta desafios financeiros para manter o funcionamento da unidade. 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Para fechar as contas, a institui\u00e7\u00e3o precisa contar com a solidariedade da popula\u00e7\u00e3o. \u201cE a\u00ed como \u00e9 que faz para fechar o m\u00eas? Para fechar os 20% que estava faltando do sal\u00e1rio dos funcion\u00e1rios, teve que recorrer a doa\u00e7\u00f5es, juntou daqui, dali e deu certo. E a gente ainda est\u00e1 com a segunda parte do nosso 13\u00ba sal\u00e1rio em atraso tamb\u00e9m, porque a gente conseguiu ainda receber uma parte, mas a segunda ainda est\u00e1 em atraso\u201d, acrescenta Paula. Diante desse cen\u00e1rio, o Lar busca sensibilizar o empresariado local para contribuir de forma mais estruturada. \u201cToda empresa hoje em dia tem que ter sua responsabilidade social, geralmente adotam a institui\u00e7\u00e3o, tentam ajudar de alguma forma, ent\u00e3o nosso objetivo hoje seria mais voltado para a gente tentar sensibilizar os empres\u00e1rios para ajudar o Lar da Vovozinha, ajudando de alguma forma mesmo, atrav\u00e9s do valor financeiro\u201d, refor\u00e7a a assistente social. Ela destaca que a sociedade civil tem sido fundamental para garantir o abastecimento de itens b\u00e1sicos. \u201cGra\u00e7as \u00e0 sociedade civil, aos volunt\u00e1rios, aos amigos, os parceiros, aqui n\u00e3o falta alimenta\u00e7\u00e3o, porque chega muita doa\u00e7\u00e3o de cestas b\u00e1sicas, a gente tem doa\u00e7\u00e3o de material de higiene pessoal, material de limpeza, ent\u00e3o assim, isso a\u00ed n\u00e3o falta, mas o que a gente precisa mesmo \u00e9 recurso financeiro\u201d, afirma. Apesar das dificuldades, as idosas atendidas demonstram gratid\u00e3o pelo acolhimento oferecido. \u00c9 o caso de Maria das Dores Bezerra, conhecida como Dorinha, de 75 anos. \u201cEu amo aqui, eu gosto daqui, eu gosto de tudo. A gente tem tudo na m\u00e3o. A gente tem a educa\u00e7\u00e3o, a gente tem o rem\u00e9dio, a gente tem tudo. A gente tem a nossa cama de dormir, guarda-roupas, tem tudo que a gente quer. Eu fa\u00e7o o trabalho, eu fa\u00e7o boneca, eu pinto quadro\u201d, conta. Outra moradora, Iaporina Menezes, de 76 anos, tamb\u00e9m destaca o bem-estar proporcionado pela institui\u00e7\u00e3o. \u201cSou de Nova Cruz, mas moro aqui em Natal h\u00e1 60 anos e estou aqui no Lar da Vovozinha h\u00e1 tr\u00eas anos e quatro meses. Gosto muito daqui, das pessoas, assisto televis\u00e3o, dan\u00e7o, converso com as colegas, \u00e0s vezes n\u00e3o fa\u00e7o nada tamb\u00e9m\u201d, diz. Para contribuir com a institui\u00e7\u00e3o, os interessados podem fazer doa\u00e7\u00f5es via Pix ou por transfer\u00eancia banc\u00e1ria. Empresas tamb\u00e9m podem entrar em contato com o Lar da Vovozinha para firmar parcerias e apoiar a manuten\u00e7\u00e3o do atendimento prestado \u00e0s idosas. 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