{"id":11347,"date":"2026-04-10T11:00:00","date_gmt":"2026-04-10T11:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/blogindicaparnamirim.com.br\/?p=11347"},"modified":"2026-04-10T22:26:58","modified_gmt":"2026-04-10T22:26:58","slug":"pesquisa-mostra-que-brasileiro-prefere-emprego-com-carteira-assinada","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/blogindicaparnamirim.com.br\/?p=11347","title":{"rendered":"Pesquisa mostra que brasileiro prefere emprego com carteira assinada"},"content":{"rendered":"\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Levantamento da CNI diz que CLT lidera entre jovens<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/imagens.ebc.com.br\/aoSMOx3EHkOqbtSkX7HoOvH3bXY=\/1170x700\/smart\/https:\/\/agenciabrasil.ebc.com.br\/sites\/default\/files\/thumbnails\/image\/01_carteira_de_trabalho2.jpg?itok=-GgQtJ-q\" alt=\"Carteira de Trabalho e Previd\u00eancia Social (CTPS)\" title=\"Marcello Casal JrAg\u00eancia Brasil\"\/><figcaption class=\"wp-element-caption\">\u00a9 Marcello Casal JrAg\u00eancia Brasil &#8211; Wellton M\u00e1ximo &#8211; Rep\u00f3rter da Ag\u00eancia Brasil<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Apesar do barulho das redes sociais, o emprego com carteira assinada continua sendo a prioridade dos brasileiros ao buscar uma vaga. Segundo pesquisa divulgada pela Confedera\u00e7\u00e3o Nacional da Ind\u00fastria (CNI), o modelo formal, regido pela Consolida\u00e7\u00e3o das Leis do Trabalho (CLT), foi apontado como o mais atrativo por mais de um ter\u00e7o dos trabalhadores que procuraram emprego recentemente.<img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/agenciabrasil.ebc.com.br\/ebc.png?id=1685485&amp;o=node\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/agenciabrasil.ebc.com.br\/ebc.gif?id=1685485&amp;o=node\"><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>De acordo com o estudo, o acesso a direitos trabalhistas e \u00e0 Previd\u00eancia Social continua sendo um diferencial relevante, mesmo com o avan\u00e7o de novas formas de trabalho.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<blockquote class=\"wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow\">\n<p class=\"wp-block-paragraph\">\u201cEmbora novas modalidades de trabalho estejam crescendo, como aquelas vinculadas a plataformas digitais, o trabalhador ainda valoriza o acesso a direitos trabalhistas, estabilidade e prote\u00e7\u00e3o social, que continuam, portanto, sendo um diferencial relevante mesmo em contexto de maior flexibiliza\u00e7\u00e3o das rela\u00e7\u00f5es de trabalho\u201d, diz Claudia Perdig\u00e3o, especialista em Pol\u00edticas e Ind\u00fastria da CNI.&nbsp;<\/p>\n<\/blockquote>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Principais n\u00fameros da pesquisa<\/h2>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">36,3% preferem emprego com carteira assinada (CLT);<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">18,7% apontam o trabalho aut\u00f4nomo como melhor op\u00e7\u00e3o;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">12,3% consideram o emprego informal mais atrativo;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">10,3% t\u00eam interesse em trabalho por plataformas digitais;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">9,3% preferem abrir o pr\u00f3prio neg\u00f3cio;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">6,6% optam por atuar como pessoa jur\u00eddica (PJ);<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">20% n\u00e3o encontraram oportunidades atrativas.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Prefer\u00eancia entre jovens<\/h2>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Entre os jovens, a escolha pelo emprego formal \u00e9 ainda mais forte, refletindo a busca por seguran\u00e7a no in\u00edcio da carreira.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">41,4% dos trabalhadores de 25 a 34 anos preferem CLT;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">38,1% dos jovens de 16 a 24 anos tamb\u00e9m priorizam o modelo.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Segundo Claudia Perdig\u00e3o, o emprego formal traz mais seguran\u00e7a para os jovens, que procuram maior estabilidade no in\u00edcio da carreira profissional.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Renda complementar<\/h2>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>O trabalho por meio de plataformas digitais, como motorista ou entregador de empresas de aplicativo, \u00e9 visto majoritariamente como complemento de renda.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Segundo o levantamento, apenas 30% consideram essa atividade como principal fonte de sustento.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Alta satisfa\u00e7\u00e3o<\/h2>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>A pesquisa tamb\u00e9m aponta elevado n\u00edvel de satisfa\u00e7\u00e3o no mercado de trabalho, o que ajuda a explicar a baixa busca por novas oportunidades.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">95% est\u00e3o satisfeitos com o emprego atual;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">70% se dizem muito satisfeitos;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">4,6% est\u00e3o&nbsp;insatisfeitos;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">1,6% muito insatisfeitos.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>A mobilidade no mercado \u00e9 limitada<\/strong>:<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">20% buscaram outro emprego recentemente;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">35% dos jovens (16 a 24 anos) procuraram nova vaga;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">6% dos trabalhadores com mais de 60 anos fizeram o mesmo.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>O tempo no emprego tamb\u00e9m influencia:<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">36,7% com menos de um ano no trabalho buscaram nova vaga;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">9% com mais de cinco anos na mesma fun\u00e7\u00e3o fizeram o mesmo.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Realizado pelo Instituto Nexus, em parceria com a CNI, o levantamento ouviu 2.008 pessoas com 16 anos ou mais em todo o pa\u00eds. A pesquisa foi realizada de 10 a 15 de outubro de 2025, mas s\u00f3 foi divulgada agora.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">AG\u00caNCIA BRASIL<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Levantamento da CNI diz que CLT lidera entre jovens Apesar do barulho das redes sociais, o emprego com carteira assinada continua sendo a prioridade dos brasileiros ao buscar uma vaga. Segundo pesquisa divulgada pela Confedera\u00e7\u00e3o Nacional da Ind\u00fastria (CNI), o modelo formal, regido pela Consolida\u00e7\u00e3o das Leis do Trabalho (CLT), foi apontado como o mais atrativo por mais de um ter\u00e7o dos trabalhadores que procuraram emprego recentemente. De acordo com o estudo, o acesso a direitos trabalhistas e \u00e0 Previd\u00eancia Social continua sendo um diferencial relevante, mesmo com o avan\u00e7o de novas formas de trabalho. \u201cEmbora novas modalidades de trabalho estejam crescendo, como aquelas vinculadas a plataformas digitais, o trabalhador ainda valoriza o acesso a direitos trabalhistas, estabilidade e prote\u00e7\u00e3o social, que continuam, portanto, sendo um diferencial relevante mesmo em contexto de maior flexibiliza\u00e7\u00e3o das rela\u00e7\u00f5es de trabalho\u201d, diz Claudia Perdig\u00e3o, especialista em Pol\u00edticas e Ind\u00fastria da CNI.&nbsp; Principais n\u00fameros da pesquisa 36,3% preferem emprego com carteira assinada (CLT); 18,7% apontam o trabalho aut\u00f4nomo como melhor op\u00e7\u00e3o; 12,3% consideram o emprego informal mais atrativo; 10,3% t\u00eam interesse em trabalho por plataformas digitais; 9,3% preferem abrir o pr\u00f3prio neg\u00f3cio; 6,6% optam por atuar como pessoa jur\u00eddica (PJ); 20% n\u00e3o encontraram oportunidades atrativas. Prefer\u00eancia entre jovens Entre os jovens, a escolha pelo emprego formal \u00e9 ainda mais forte, refletindo a busca por seguran\u00e7a no in\u00edcio da carreira. 41,4% dos trabalhadores de 25 a 34 anos preferem CLT; 38,1% dos jovens de 16 a 24 anos tamb\u00e9m priorizam o modelo. Segundo Claudia Perdig\u00e3o, o emprego formal traz mais seguran\u00e7a para os jovens, que procuram maior estabilidade no in\u00edcio da carreira profissional. Renda complementar O trabalho por meio de plataformas digitais, como motorista ou entregador de empresas de aplicativo, \u00e9 visto majoritariamente como complemento de renda. Segundo o levantamento, apenas 30% consideram essa atividade como principal fonte de sustento. Alta satisfa\u00e7\u00e3o A pesquisa tamb\u00e9m aponta elevado n\u00edvel de satisfa\u00e7\u00e3o no mercado de trabalho, o que ajuda a explicar a baixa busca por novas oportunidades. 95% est\u00e3o satisfeitos com o emprego atual; 70% se dizem muito satisfeitos; 4,6% est\u00e3o&nbsp;insatisfeitos; 1,6% muito insatisfeitos. A mobilidade no mercado \u00e9 limitada: 20% buscaram outro emprego recentemente; 35% dos jovens (16 a 24 anos) procuraram nova vaga; 6% dos trabalhadores com mais de 60 anos fizeram o mesmo. O tempo no emprego tamb\u00e9m influencia: 36,7% com menos de um ano no trabalho buscaram nova vaga; 9% com mais de cinco anos na mesma fun\u00e7\u00e3o fizeram o mesmo. Realizado pelo Instituto Nexus, em parceria com a CNI, o levantamento ouviu 2.008 pessoas com 16 anos ou mais em todo o pa\u00eds. A pesquisa foi realizada de 10 a 15 de outubro de 2025, mas s\u00f3 foi divulgada agora. 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