{"id":10797,"date":"2026-03-24T10:00:00","date_gmt":"2026-03-24T10:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/blogindicaparnamirim.com.br\/?p=10797"},"modified":"2026-03-24T13:03:40","modified_gmt":"2026-03-24T13:03:40","slug":"internacoes-de-mulheres-por-infarto-mais-que-dobram-no-rn-em-10-anos","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/blogindicaparnamirim.com.br\/?p=10797","title":{"rendered":"Interna\u00e7\u00f5es de mulheres por infarto mais que dobram no RN em 10 anos"},"content":{"rendered":"\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"683\" src=\"https:\/\/blogindicaparnamirim.com.br\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/N3HJIFqI2K9ERb7DkKEOvNpcMvYsIAOeZIKi8RKb-1024x683.jpeg\" alt=\"\" class=\"wp-image-10798\" srcset=\"https:\/\/blogindicaparnamirim.com.br\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/N3HJIFqI2K9ERb7DkKEOvNpcMvYsIAOeZIKi8RKb-1024x683.jpeg 1024w, https:\/\/blogindicaparnamirim.com.br\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/N3HJIFqI2K9ERb7DkKEOvNpcMvYsIAOeZIKi8RKb-300x200.jpeg 300w, https:\/\/blogindicaparnamirim.com.br\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/N3HJIFqI2K9ERb7DkKEOvNpcMvYsIAOeZIKi8RKb-768x512.jpeg 768w, https:\/\/blogindicaparnamirim.com.br\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/N3HJIFqI2K9ERb7DkKEOvNpcMvYsIAOeZIKi8RKb-1536x1024.jpeg 1536w, https:\/\/blogindicaparnamirim.com.br\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/N3HJIFqI2K9ERb7DkKEOvNpcMvYsIAOeZIKi8RKb.jpeg 1920w\" sizes=\"(max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><\/figure>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\"><strong>N\u00famero de casos passou de 603 em 2014 para 1.383 em 2024. De acordo com especialistas, o risco de doen\u00e7as cardiovasculares aumenta significativamente a partir dos 50 anos, ap\u00f3s a menopausa.<\/strong><\/h2>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li>O n\u00famero de interna\u00e7\u00f5es por infarto em mulheres mais que dobrou no Rio Grande do Norte nos \u00faltimos 10 anos e tem preocupado especialistas.<\/li>\n\n\n\n<li>Dados da Secretaria de Estado da Sa\u00fade P\u00fablica (Sesap) apontam que foram mais de 9 mil casos entre 2014 e 2024 \u2014 um salto de 603 para 1.383 interna\u00e7\u00f5es no per\u00edodo, o que representa um aumento de 129%.<\/li>\n\n\n\n<li>A tend\u00eancia de crescimento continua. Apenas em 2025, o estado j\u00e1 registra mais de 1.700 interna\u00e7\u00f5es por infarto em mulheres, refor\u00e7ando o alerta para a necessidade de preven\u00e7\u00e3o e diagn\u00f3stico precoce.<\/li>\n\n\n\n<li>De acordo com especialistas, o risco de doen\u00e7as cardiovasculares aumenta significativamente a partir dos 50 anos, especialmente ap\u00f3s a menopausa.<\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O n\u00famero de interna\u00e7\u00f5es por infarto em mulheres mais que dobrou no Rio Grande do Norte nos \u00faltimos 10 anos e tem preocupado especialistas. Dados da Secretaria de Estado da Sa\u00fade P\u00fablica (Sesap) apontam que foram mais de 9 mil casos entre 2014 e 2024 \u2014 um salto de 603 para 1.383 interna\u00e7\u00f5es no per\u00edodo, o que representa um aumento de 129%.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A tend\u00eancia de crescimento continua. Em 2025, o estado registrou mais de 1.700 interna\u00e7\u00f5es por infarto em mulheres, refor\u00e7ando o alerta para a necessidade de preven\u00e7\u00e3o e diagn\u00f3stico precoce.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">De acordo com especialistas, o risco de doen\u00e7as cardiovasculares aumenta significativamente a partir dos 50 anos, especialmente ap\u00f3s a menopausa.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A queda nos n\u00edveis de estrog\u00eanio reduz uma prote\u00e7\u00e3o natural do organismo feminino contra problemas card\u00edacos, o que pode favorecer o surgimento de complica\u00e7\u00f5es como o infarto.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/s2-g1.glbimg.com\/2uBGB9wEJ3v39w7SCnHoLPPRO5Y=\/0x0:1500x1000\/984x0\/smart\/filters:strip_icc()\/i.s3.glbimg.com\/v1\/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a\/internal_photos\/bs\/2025\/7\/E\/8YTOkUS66PgDNAq7laeA\/2149894448.jpg\" alt=\"Cora\u00e7\u00e3o  \u2014 Foto: Freepik\"\/><\/figure>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Cora\u00e7\u00e3o \u2014 Foto: Freepik<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Al\u00e9m das mudan\u00e7as hormonais, fatores como hipertens\u00e3o, diabetes, sedentarismo e obesidade contribuem para o aumento dos casos. Mulheres entre 60 e 69 anos concentram tanto o maior n\u00famero de ocorr\u00eancias quanto os quadros mais graves.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A mudan\u00e7a do estilo de vida da popula\u00e7\u00e3o tamb\u00e9m \u00e9 outro fator importante.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;As mulheres passaram a fazer mais fun\u00e7\u00f5es, al\u00e9m da casa, do trabalho, o estresse, a mudan\u00e7a no estilo de vida fez com a aterosclerose aumentasse na mulher&#8221;, considera o m\u00e9dico cardiologista Itamar Ribeiro.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Estudos cient\u00edficos indicam que a reposi\u00e7\u00e3o hormonal com estrog\u00eanio, quando indicada e acompanhada por profissionais de sa\u00fade, pode reduzir em at\u00e9 19% o risco de infarto e acidente vascular cerebral (AVC). O tratamento, no entanto, deve ser avaliado caso a caso.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;Qualquer m\u00e9dico ginecologista pode fazer essa prescri\u00e7\u00e3o, ou um endrocinologista. Voc\u00ea tem nos hospitais universit\u00e1rios, na rede b\u00e1sica de sa\u00fade, nas UBS, m\u00e9dicos que podem ajudar. Se a mulher est\u00e1 na menopausa, tem um hist\u00f3rico de risco cardiovascular, deve procurar um especialista para prescrever da forma mais adequada seu horm\u00f4nio&#8221;, diz a m\u00e9dica ginecologista Rosana Rebelo.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O hist\u00f3rico familiar tamb\u00e9m \u00e9 um fator de aten\u00e7\u00e3o importante, assim como sintomas que nem sempre s\u00e3o facilmente associados a problemas card\u00edacos. Em mulheres, sinais como dor no peito irradiando para a mand\u00edbula, cansa\u00e7o excessivo e desconfortos at\u00edpicos podem indicar um infarto.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Especialistas refor\u00e7am que o acompanhamento m\u00e9dico regular, aliado a h\u00e1bitos de vida saud\u00e1veis, \u00e9 fundamental para reduzir os riscos.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A orienta\u00e7\u00e3o \u00e9 buscar atendimento ao perceber qualquer sinal diferente no corpo, j\u00e1 que o diagn\u00f3stico precoce pode ser decisivo para salvar vidas.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">G1RN<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>N\u00famero de casos passou de 603 em 2014 para 1.383 em 2024. De acordo com especialistas, o risco de doen\u00e7as cardiovasculares aumenta significativamente a partir dos 50 anos, ap\u00f3s a menopausa. O n\u00famero de interna\u00e7\u00f5es por infarto em mulheres mais que dobrou no Rio Grande do Norte nos \u00faltimos 10 anos e tem preocupado especialistas. Dados da Secretaria de Estado da Sa\u00fade P\u00fablica (Sesap) apontam que foram mais de 9 mil casos entre 2014 e 2024 \u2014 um salto de 603 para 1.383 interna\u00e7\u00f5es no per\u00edodo, o que representa um aumento de 129%. A tend\u00eancia de crescimento continua. Em 2025, o estado registrou mais de 1.700 interna\u00e7\u00f5es por infarto em mulheres, refor\u00e7ando o alerta para a necessidade de preven\u00e7\u00e3o e diagn\u00f3stico precoce. De acordo com especialistas, o risco de doen\u00e7as cardiovasculares aumenta significativamente a partir dos 50 anos, especialmente ap\u00f3s a menopausa. A queda nos n\u00edveis de estrog\u00eanio reduz uma prote\u00e7\u00e3o natural do organismo feminino contra problemas card\u00edacos, o que pode favorecer o surgimento de complica\u00e7\u00f5es como o infarto. Cora\u00e7\u00e3o \u2014 Foto: Freepik Al\u00e9m das mudan\u00e7as hormonais, fatores como hipertens\u00e3o, diabetes, sedentarismo e obesidade contribuem para o aumento dos casos. Mulheres entre 60 e 69 anos concentram tanto o maior n\u00famero de ocorr\u00eancias quanto os quadros mais graves. A mudan\u00e7a do estilo de vida da popula\u00e7\u00e3o tamb\u00e9m \u00e9 outro fator importante. &#8220;As mulheres passaram a fazer mais fun\u00e7\u00f5es, al\u00e9m da casa, do trabalho, o estresse, a mudan\u00e7a no estilo de vida fez com a aterosclerose aumentasse na mulher&#8221;, considera o m\u00e9dico cardiologista Itamar Ribeiro. Estudos cient\u00edficos indicam que a reposi\u00e7\u00e3o hormonal com estrog\u00eanio, quando indicada e acompanhada por profissionais de sa\u00fade, pode reduzir em at\u00e9 19% o risco de infarto e acidente vascular cerebral (AVC). O tratamento, no entanto, deve ser avaliado caso a caso. &#8220;Qualquer m\u00e9dico ginecologista pode fazer essa prescri\u00e7\u00e3o, ou um endrocinologista. Voc\u00ea tem nos hospitais universit\u00e1rios, na rede b\u00e1sica de sa\u00fade, nas UBS, m\u00e9dicos que podem ajudar. Se a mulher est\u00e1 na menopausa, tem um hist\u00f3rico de risco cardiovascular, deve procurar um especialista para prescrever da forma mais adequada seu horm\u00f4nio&#8221;, diz a m\u00e9dica ginecologista Rosana Rebelo. O hist\u00f3rico familiar tamb\u00e9m \u00e9 um fator de aten\u00e7\u00e3o importante, assim como sintomas que nem sempre s\u00e3o facilmente associados a problemas card\u00edacos. Em mulheres, sinais como dor no peito irradiando para a mand\u00edbula, cansa\u00e7o excessivo e desconfortos at\u00edpicos podem indicar um infarto. Especialistas refor\u00e7am que o acompanhamento m\u00e9dico regular, aliado a h\u00e1bitos de vida saud\u00e1veis, \u00e9 fundamental para reduzir os riscos. 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